BOM ÊXITO É ALCANÇAR O SUCESSO. FELICIDADE É CONSERVAR O QUE SE ALCANÇOU. Aldo Silva Jr.
 
     
Marisa Schmidt Silva - Qualquer segmento do conhecimento para ser considerado ciência deve, obrigatoriamente, obedecer a certos requisitos: ter um objeto de estudo, uma filosofia, teorias, técnicas e métodos próprios...

CADÊ MEU FILHINHO DE ANTES.

Luciene Schmidlin Farion - Ele está com 14 anos e passa um tempão ensimesmado; fica enfiado no quarto, em frente à televisão ou com os controles do videogame nas mãos...

SE LHE DÓI O DENTE, VÁ AO AÇOUGUE.

Marisa Schmidt Silva - Se você se sente mal, não de uma doença identificável e conhecida, mas um mal-estar na forma de participar das coisas da vida...

A PSICOTERAPIA.

Aldo Silva Jr. - São comuns perguntas como: "Por que fazer terapia?" ou ainda afirmações como "Eu não preciso de terapia". ...

  O QUE É PSICODRAMA E SOCIODRAMA.  
 
A SOCIONOMIA - REQUISITOS DE UMA CIÊNCIA. (*MARISA SCHMIDT SILVA)
 
Qualquer segmento do conhecimento para ser considerado ciência deve, obrigatoriamente, obedecer a certos requisitos: ter um objeto de estudo, uma filosofia, teorias, técnicas e métodos próprios.
O Psicodrama e o Sociodrama são métodos de ação dramática (utilizam a dramatização, além da linguagem) que fazem parte de uma ciência denominada Socionomia, criada por Jacob Levy Moreno, em Viena e nos Estados Unidos em meados do século XX.
O objeto dessa ciência são as relações interpessoais e sua complexidade.
A filosofia que dá fundamento básico aos pensamentos morenianos é a filosofia fenomenológico-existencial, acrescida das idéias contemporâneas que sustentam as reflexões sobre as relações intersubjetivas e a subjetividade.
Os núcleos teóricos são: matriz de identidade, teoria de papéis, teoria do tele e teoria da espontaneidade/criatividade.
As técnicas são: duplo, espelho, solilóquio, tomada de papel e inversão de papéis e têm como referência a evolução das formas de desenvolvimento psicológico e da comunicação humana. São utilizadas outras técnicas, oriundas de outros conhecimentos, como técnicas acessórias.
Os métodos fundamentais são o psicodrama que explora a busca subjetiva da verdade psicológica e o sociodrama que busca a verdade das relações intersubjetivas. Acrescenta-se o método do role-playing, também utilizado por outras ciências, que possibilita o treino dos papéis e suas interações sociais.
A APLICAÇÃO
A Sociometria é o ramo científico da Socionomia que objetiva estudar as normas e a organização das redes sociais psicológicas , sendo utilizada tanto em pequenos como em grandes grupos, em escolas, organizações em geral, grupos familiares e quaisquer outros grupos para, a partir de um diagnóstico dessas relações, propor intervenções adequadas com a finalidade de tornar mais claras e objetivas as relações interpessoais, valorizando o potencial e a competência de cada um dos participantes.
A Sociatria é o ramo científico da Socionomia que tem por objeto a terapêutica das relações interpessoais, ou seja o tratamento das relações para que elas possam tornar-se mais verdadeiras e, portanto, mais saudáveis. É a aplicação psicoterapêutica da socionomia.
A Sociodinâmica é o ramo da Socionomia que se ocupa do funcionamento das relações entre os indivíduos, de como elas ocorrem e de que modificações podem ser introduzidas nas relações para que a aprendizagem, seja na aquisição de conhecimentos ou no desempenho de papéis sociais nas diversas áreas possa contribuir para relações entre os seres humanos. É a aplicação socioeducacional da socionomia.

A VISÃO SOCIODINÂMICA
É comum que a maioria dos profissionais que procuram formação e especialização em psicodrama, esteja em busca de uma abordagem que resolva as dificuldades para o exercício profissional. Essas pessoas normalmente apresentam-se aos cursos de formação e especialização em psicodrama à procura de aprenderem a técnica psicodramática a qual, por si só, atuará como o que temos chamado de “entra porco, sai lingüiça” ou seja, “eu aplico esta técnica e faço a terapia do paciente” ou “eu preparo a aula, o treinamento, a palestra, os jogos ou a sessão de psicodrama e eles aprendem”.
Isso é um engano. Antes mesmo de assimilar as técnicas do psicodrama, a sua teoria e o seu método, é fundamental uma formação pessoal. Uma visão ética do psicodrama é indispensável posto que, sem a adoção de princípios éticos adequados ao exercício profissional, poderemos até mesmo nos tornarmos técnicos em psicodrama mas nunca nos tornaremos um sociopsicodramatista.
Em conclusão, temos afirmado que podemos aprender as técnicas utilizadas em socionomia e nos tornaremos um técnico em sociopsicodrama; podemos aprender as teorias da socionomia e seremos um teórico; podemos ainda aprender a filosofia que preside a socionomia e seremos um filósofo do psicodrama mas, para nos tornarmos um sociopsicodramatista na acepção da palavra, é necessária a incorporação de um comportamento ético compatível e o aprendizado emocionalizado da filosofia, de toda a teoria, das técnicas e dos métodos do psicodrama, ou melhor, da socionomia.

GLOSSÁRIO
Criar – Moreno criou a socionomia baseado na descoberta de que há uma forma de energia não economizável, a que ele chamou de espontaneidade e de que o sociopsicodramatista é um observador participante.

Filosofia Fenomenológico-existencial – reflete sobre o modo de ser/existir autêntico do homem, a partir dos fenômenos vivenciados corporalmente na interação no tempo, no espaço, na liberdade, no cosmos.

Psicodrama - As experiências de J.L. Moreno com crianças nos jardins de Viena, com grupos de adultos e com o teatro, possibilitaram que ele chegasse à aplicação de técnicas teatrais às dificuldades relacionais, ao que chamou de psicodrama. Posteriormente, J.L. Moreno organizou um conjunto de ciências: sociatria, sociodinâmica e sociometria, o que fez entender que psicodrama e sociodrama são os métodos de intervenção nas questões relacionais.

Sociopsicodramatista –É o profissional que tem formação e especialização em psicodrama e sociodrama reconhecidas pela Federação Brasileira de Psicodrama. Todavia, deve ser tomado por sociopsicodramatista aquele que tem a perfeita e completa postura de um diretor de sessão de psicodrama e sociodrama.

Redes Sociais Psicológicas – Os homens relacionam-se em grupos. Esses grupos formam redes sociais. Segundo as pesquisas de J.L. Moreno, há duas redes de relações: as redes aparentes e as redes subjacentes. As redes aparentes são constituídas segundo a expectativa social dos papéis em relação e são observáveis. As redes subjacentes são psicológicas e determinadas pelos sentimentos de escolha, de rejeição e de indiferença entre os seres humanos e, portanto, um fator afetivo.

Formação continuada do Psicodramatista: Níveis Títulos e Competências
* * Normas da FEBRAP – Federeção Brasileira de Psicodrama
Introdução do critério foco - psicoterápico e socioeducacional, o que permite a unidade (o Psicodrama é um só e somos todos socionomistas) e a especificidade da graduação regida pelas leis do país (psicoterapeutas e socioeducadores). Os desafios apontados por estas mudanças levaram a uma proposta, apresentada pela DEC e aprovada pelas Federadas, de construir com autonomia seu projeto educacional, do qual faz parte o currículo para os cursos de formação, considerando os pressupostos:

Produção Moreniana - Abordagem Teórica Metodológica em Ciências Psico-Sociais:

• Sociopsicodramatistas (Socionomistas) – dois focos: Psicoterápico e/ou Sócio-Educacional em diferentes áreas, considerando: Papel Âncora, Legislação Brasileira, Tipos de Contrato;

• Formação Grupal promovida por equipe pedagógica à luz de um Projeto Educacional;

• Formação e educação continuada, articuladas nos níveis I, II e III;

• Formação que se desenvolve a partir do papel âncora (papel profissional);

• Prática supervisionada voltada para relações (interpessoais-grupais-institucionais);

• Pesquisa articulada com a formação que resulta na produção da monografia de conclusão de curso, nos três níveis;

• Psicoterapia Psicodramática – obrigatória para o nível I e recomendada para os Níveis II e III.

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• *MARISA SCHMIDT SILVA – Psicóloga (CRP08/0764), Mestra em Psicologia Clínica, Especialista em Psicologia Clínica e em Psicomotricidade pelo CFP, Especialista em Psicodrama e Sociodrama, Professora Universitária.
• ** Dados da FEBRAP – Federação Brasileira de Psicodrama – DEC – Diretoria de Ensino e Ciência.
CADÊ MEU FILHINHO DE ANTES.
Ele está com 14 anos e passa um tempão ensimesmado; fica enfiado no quarto, em frente à televisão ou com os controles do videogame nas mãos; a outra opção é à frente do computador, esquecido da vida, passando por sites dos mais variados ou envolvido em conversas dialéticas com amigos, conhecidos e conhecidos dos amigos, durante longos períodos.
Além disso, parece estar sempre irritado, na defensiva e coberto de razão. Odeia ser cobrado por qualquer coisa, desde a arrumação do quarto até suas responsabilidades cotidianas.
Sua noção de tempo é distorcida: acredita que é possível “tele-transportar-se” e está sempre atrasado para os compromissos. Ah, porém isso não se refere aos prazeres pessoais: se prepara para a festa do mês seguinte ou para o cinema com a galera, com toda a antecedência, enquanto esquece da prova de matemática de amanhã!
Estas características lhe remetem a alguém? Provavelmente sim, se convive com algum adolescente!
Cadê o meu filhinho meigo, dependente dos meus cuidados de mãe? Sempre que chegava, já ia me contando como havia sido seu dia, suas descobertas e aquisições, dúvidas e temores, era quase tudo compartilhado (e monitorado). Agora, quase não sei o que se passa com ele (pelo menos não, no seu interior).
Pois é assim! O meu filhinho ainda está ali; posso vê-lo através do olhar doce, mesmo quando se defende; posso sentí-lo quando pede colo, em forma de brincadeira, ou quando timidamente pergunta minha opinião sobre algo (desde que eu não faca um discurso sobre o assunto).
Assim é a travessia entre a infância e a adolescência propriamente dita. Tantas mudanças podem assustar a família, mas é normal entre mais ou menos 11 e 15 anos de idade.
Nesta fase, o jovem está em intensa atividade psíquica, que inclui questionamentos, dúvidas, percepções; ele está perdendo o corpo e os privilégios da infância, começa a ter consciência de que os pais não possuem solução para tudo e sabe que em breve terá que fazer escolhas importantes. Até aí, já são motivos suficientes para que esteja voltado para si próprio. É natural que o jovem se recolha em relação à família e priorize o relacionamento com a turma; ele precisa deste convívio para encontrar sua nova identidade e sentir-se aprovado. Por isso, é caso de preocupar-se, caso o adolescente isole-se inclusive dos amigos. É importante ajudá-lo a organizar-se, sem exercer pressões e respeitanto seu jeito de relacionar-se nesta fase, deixando um canal aberto para a comunicação quando ele sentir-se a vontade ou quando precisar dos limites organizadores.
A puberdade é um período de intensa evolução e requer atenção dos pais. Se você perceber que estes sinais estão acentuados demais e tornando seu filho (ou você) infeliz permanentemente, não hesite em buscar apoio extra, como uma terapia. Outros sinais de alerta, são mudanças bruscas de peso e reprovação escolar.
Enfim, meu filhinho já não é mais “filhinho”e nem é mais tão “meu”... porém é maravilhoso acompanhar o surgimento de uma nova personalidade, que em grande parte foi construída com todo o meu amor!!!

(Texto produzido pela Psicóloga Luciene Schmidlin Farion - CRP 08/03252 .)

TOPO

SE LHE DÓI O DENTE, VÁ AO AÇOUGUE.

Se você se sente mal, não de uma doença identificável e conhecida, mas um mal-estar na forma de participar das coisas da vida e do mundo, na forma de se relacionar com as pessoas, não há de ser no açougue, no supermercado, na farmácia ou no médico que você vai encontrar alívio e solução para o mal-estar.

O açougueiro até vai dizer que teve algo assim, que tomou chá de língua de vaca com mel durante três luas cheias e nunca mais teve nada. A vizinha que você encontra no supermercado igualmente terá uma receita: "Minha avó também sofre deste mesmo mal-estar e coloca umas rodelas de batata crua na testa. É como tirar com a mão". Na farmácia, ou o funcionário consciente dirá que não lhe compete fazer algo ou se meterá em seara alheia e tentará uma receita conforme as bulas que ele leu ali mesmo no balcão. O médico poderá ministrar alguma droga em função do sintoma e proporcionará alívio, por certo.

Mas quem entende que as pessoas são únicas e diferentes entre si? O que tem um significado para uma pessoa pode ser bem diferente para outra. Essas singularidades e diferenças fazem com que haja dificuldades para elas quando as coisas não acontecem como e quando elas esperam. As formas de reação diante desses fenômenos são as mais variadas - desde a aceitação até a revolta mais profunda. Desde um aparente conformismo até a loucura. Cada pessoa tem uma forma de ser e de estar no mundo e o mundo apresenta aspectos que não podem ser mudados, como o dia e a noite, o passar do tempo, as condições e as regras de nosso estar neles.

Diante dos conflitos entre as necessidades pessoais e as circunstâncias que se apresentam as pessoas reagem. Essas reações podem causar sofrimentos psíquicos e emocionais que jamais serão resolvidos pelos amigos, tampouco pelos familiares e muito menos pelas "comadres".

É hora de procurar quem entende que as pessoas são únicas e diferentes - um profissional capacitado para entendê-lo e para prestar ajuda técnica e científica para encontrar a solução mais adequada.

O psicólogo é um profissional formado por uma universidade na qual adquiriu conhecimentos sobre caráter, personalidade, o funcionamento da mente humana, estrutura e relações humanas. Ele teve noções básicas sobre como identificar e como lidar com a variada gama de possibilidades de todas essas entidades que compõem a psiquê.

O psicólogo clínico especializou-se, certamente, em conhecimentos específicos que o fazem atuar de uma determinada forma, já que existem várias linhas de atuação.

Ele pode valer-se da palavra - característica de ser humano -, infinita nas possibilidades e nos significados; pode utilizar-se dos gestos - desde os mais elementares até a expressão corporal e a dança; pode valer-se de outros recursos de expressão tais como o desenho, a pintura, a colagem, o teatro, a dramatização, os jogos; pode utilizar-se da tecnologia: o vídeo, as gravações, a música, as cores e a internet.

O psicólogo clínico atende seus clientes em sessões terapêuticas programadas de acordo com as necessidades de cada um.

Assim como a necessidade de procurar o dentista não é somente quando dói o dente ou quando se tem que arrancá-lo, também um psicólogo não atende somente ao que já se estabeleceu, ao que já se transformou em mal-estar, mas também pode atender ao que, potencialmente, pode vir a ser desagradável na vida das pessoas.

Hoje se sabe que desde que a criança começa a ter dentes, é bom que se busque um profissional específico para uma atuação preventiva, a fim de garantir uma boa dentição. Haverá um dia em que todas as pessoas buscarão um profissional de psicologia para prevenir dificuldades futuras e possíveis como as que decorrem do próprio desenvolvimento das crianças, das separações necessárias, do crescimento e das mudanças de estado nas relações.

(Texto de responsabilidade da Psicóloga Marisa Schmidt Silva - CRP 08/0764) TOPO

A PSICOTERAPIA.

São comuns perguntas como: "Por que fazer terapia?" ou ainda afirmações como "Eu não preciso de terapia".

Em primeiro lugar, é preciso fazer-se uma retificação. Normalmente pessoas leigas, e até mesmo profissionais da área quando referem-se a "terapia", estão, verdadeiramente, referindo-se a "psicoterapia". Em segundo lugar, faz-se preciso que todos entendam que não é a "necessidade" que determina se devo ou não fazer psicoterapia mas sim tomar consciência de todo proveito que uma relação psicoterapêutica proporciona ao cliente, no afã de realizar-se, de alcançar seus objetivos, de ser mais feliz, o que, dificilmente se consegue sozinho. A relação de ajuda de um psicoterapeuta nessa tarefa é decisiva e facilita ao cliente o encontro de forças e estratégias para mudar sua vida.

Outra pergunta comum é: "Mas como é a psicoterapia?". Para nós, profissionais graduados, a resposta é simples e ao mesmo tempo, complexa. Simples porque, seja ela individual ou grupal, depende sobremodo da formação e da especialização do psicoterapeuta e o modo como utiliza seus métodos. Alguns especializam-se em psicoterapia verbal, cognitiva; outros especializam-se em piscoterapias de ação, corporal. Complexa porque somente vivendo o processo psicoterapêutico é possível compreendê-lo, pois trata-se de uma experiência de primeiras pessoa, ou seja, apenas aquele que vive a experiência pode sentir, perceber, aproveitar-se dela e viver seus resultados. Portanto, não há duas processos iguais, pois não existem duas pessoas iguais.

"Mas eu não aceito ficar falando, expondo, meus problemas para uma pessoa estranha"; "Se eu não for capaz de resolver os meus problemas, outra pessoa é que não vai resolvê-los". .

A primeira assertiva é destituída de fundamenta e compreendia somente por serem expressada por quem não tem conhecimento de psicoterapia. O psicoterapeuta é graduado, é formado, é treinado, para estar junto, ao lado, de seu cliente. De início poderá ser desconhecido mas rapidamente far-se-á conhecido e confiável.

A segunda afirmação tem lá seus fundamentos verdadeiros pois a única pessoa capaz de resolver seus problemas, é ela própria. Porém, em muitas situações de vida a pessoa, a pesar de ser capaz, tem sido incompetente para resolver seus problemas. E tais situações, por vezes aparentemente sem grande importância, vão se acumulando que dificultam, quando não impossibilitam, um vida emocional saudável, alegre; uma vida social feliz. Praticamente todas as pessoas estão assim comprometidas em suas vidas e é nesses casos que a intervenção profissional de um psicólogo tem um relevante papel. O psicólogo é um profissional graduado, habilitado e qualificado para auxiliar seu cliente a ele encontrar a solução de que é capaz para seus problemas. Nenhum psicoterapeuta, na acepção verdadeira do termo, tem soluções para os problemas de seus clientes, mas facilita que ele encontre e adote as suas próprias saídas.

Por outro lado, é bom lembrarmo-nos de que o psicólogo/psicoterapeuta é, também e acima de tudo, uma pessoa como qualquer outra. Na profissão, deverá dominar o seu assunto, como exigem todas as demais áreas profissionais. Assim qualificado, está apto para fazer-se companheiro eficaz na viagem que seu inicia para alcançar uma melhor qualidade de vida. É uma viagem pela sua vida presente, pela sua vida futura e, sendo necessário e eficaz, pela sua vida passada também na busca de reconstruir-se para ser mais feliz e útil a si e aos aos seus pares sociais.

Nada realiza mais um psicoterapeuta do que compartilhar a sua própria vida com seu cliente e assistir que ele dela se aproveita para desenvolver-se emocionalmente e dessa maneira tornar-se um pessoa integrada, saudável, feliz, espontânea.

(Texto produzido pelo Psicólogo Aldo Silva Jr - in memorium) TOPO
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